segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Inteligência Artificial e Espiritismo - Obsessores

 Hoje ao questionar no Google sobre obsessões, tivemos o retorno, via Inteligência artificial do texto abaixo. Sucinto mas quase correto. Novos Tempos ou, como está na Gênese: São chegados os tempos...


Obsessores
Espíritos obsessores são almas desencarnadas (Podem ser encarnadas também n.e) que buscam contato com pessoas mais sensíveis ou espiritualmente fragilizadas. Eles podem ser identificados por alguns sinais, como:
Irritação contínua, Desconfiança exagerada, Ciúme descontrolado, Tristeza, Ansiedade perturbadora, Medos injustificados, Desânimo, Dores de cabeça crônicas, Problemas gástricos. 
Para se livrar de obsessores, é possível:
  • Praticar o amor ao próximo e a caridade
  • Controlar os instintos negativos
  • Atrair os bons espíritos pela prática do bem 
A terapia espírita também pode ajudar a identificar e romper o vínculo com o espírito obsessor.

domingo, 8 de setembro de 2024

Melindre ou agressividade?

 Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata.

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas do trabalho voluntário, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de voluntariado.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que medra, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados por Jesus: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.

Redação do Momento Espírita com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo, da Revista Presença Espírita nº 261, ed. Leal. (Veja abaixo)

O   PROBLEMA   DO   MELINDRE: uma praga “dos outros” ou desculpa para a nossa    indelicadeza?

André Marcílio Carvalho de Azevedo

“O melindre está imperando nas relações interpessoais dentro do movimento espírita”, é frase que se tem ouvido com relativa freqüência, nas diversas fileiras do Consolador, bem como mencionada em nossa literatura recente. De fato, como onda gigante, o melindre tem atingido proporções nunca vistas dentro de um movimento que deveria primar pela ênfase no serviço sem personalismo. Resultado da imaturidade psicológica, o melindre é o orgulho ferido daquele a quem qualquer desapontamento ou contrariedade desestrutura. O melindroso, quando não desiste do trabalho no Bem, abandonando a seara, faz “corpo mole” e passa a dar apenas uma percentagem da energia de trabalho que é capaz de investir, dizendo de si para consigo: “se não pode ser como eu quero, então não vou contribuir”.

O melindre medra em todos os setores do movimento, sem distinção de posto ou função, indiferente a idade, classe social ou especificidade da tarefa.

Aqui, é o dirigente de centro que não comparece a este ou aquele evento de sua jurisdição, por não ter sido contactado com a deferência devida; acolá, é o jovem evangelizador que abandona a tarefa, ressentido, porque nenhuma sugestão sua fora acatada no planejamento do trabalho; mais além, é o sensitivo contrariado com a apreciação judiciosa das comunicações obtidas através de sua faculdade medianímica, que, magoado, passa a transitar de centro em centro, à procura daquele em que seja incensado de maneira mais generosa.

De fato, o melindre pode ser motivo de obsessões sutis, para a criatura incauta.

O que é encarado por nós como melindre, porém, pode constituir meramente a expressão de justa indignação do outro perante a nossa falta de gentileza. Neste sentido, a grande pergunta que cada um se deve fazer é: será possível distinguir o ponto exato em que começa o melindre do próximo e termina a minha arrogância? Em outras palavras, quanto da nossa falta de afabilidade tem contribuído para gerar o “melindre” do outro? Essa mudança de foco aparece como uma advertência, propositadamente fincada na contramão da verdadeira “caça às bruxas” contra o melindre, a que se tem assistido nos corredores do movimento espiritista.

Uma companheira de trabalho relatou-me a seguinte experiência, que pode ilustrar o problema.

Há alguns anos, um confrade seu interrompeu-lhe agressivamente a fala, durante uma reunião de planejamento de um grande evento espírita, por não se ter agradado de um vocábulo usado por ela, muito embora colocado sem má intenção. Sentindo-se ferida e humilhada, de maneira tão desproporcional, perante os companheiros presentes, a minha amiga calou-se, porém, e esperou alguns dias. Oportunamente, chamou o provável agressor em particular. A sós com ele, a minha amiga tentou expressar a sua mágoa, com o objetivo sincero de transmutar a emoção ferida, com vistas ao apaziguamento do seu mundo íntimo. O interlocutor, porém, em vez de reconhecer a própria indelicadeza, reverteu a situação, emitindo o diagnóstico fácil e impiedoso: a minha amiga é que se havia melindrado – não houve agressão por parte dele, que, dessa maneira, perdeu a oportunidade de resolver a questão de modo maduro, pela incapacidade de admitir o próprio erro.

Casos verídicos, como o relatado acima, têm-me feito perguntar: será que a constatação corriqueira do melindre no próximo não se tornou uma válvula de escape, uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

Joanna de Ângelis oportunamente adverte para os perigos do mecanismo de defesa do ego denominando de “racionalização”, em que o indivíduo procura justificar o erro “mediante aparentes motivos justos, que degeneram o senso crítico”1. No caso em pauta, o indivíduo desatento age com descortesia, justificando-se em pensamento: “se ele não gostar do que eu disse é porque é melindroso”. Segundo a Mentora, trata-se de um dos mecanismos de defesa do ego de maior gravidade, por encobrir o erro, adiando o processo de reforma íntima.

Não se está querendo dizer aqui que o melindre não exista como expressão de susceptibilidade exacerbada. A nossa análise traz apenas uma advertência para o fato de que muitas vezes a nossa aspereza de trato atinge o próximo de maneira tão cortante que não lhe deixamos alternativa, senão a magoa, e é preciso resistir ao comodismo de atribuir o problema somente ao companheiro de luta.

O ser que se melindra está dando vazão ao orgulho ferido, e deve trabalhar para se tornar menos suscetível, mas o ser que provoca o melindre pode estar ferindo a lei da caridade, esquecendo-se da afabilidade e da doçura da observação de Jesus:”Bem-aventurados os mansos e pacíficos”.2 Desta forma, cabe a cada um examinar ininterruptamente o próprio grau de docilidade, dentro e fora do movimento espírita.

Assim, antes de diagnosticar o melindre de outrem, impõem-se como imperativo ético verificar se o próprio comportamento e o do próximo foi agressivo, já que, como está dito acima, tal fronteira pode ser muito difusa. Parafraseando uma placa de advertência de trânsito, poderíamos dizer, com propriedade, neste caso: “na duvida, não ultrapasse.” 

Referências: 

1 – FRANCO, Divaldo [pelo Espírito Joanna Ângelis] O Ser    Consciente. Salvador, LEAL, 1993. 

2 – Veja-se o capitulo 9 de O Evangelho segundo o Espiritismo. (Publicado originalmente na revista Presença Espírita, julho/agosto - 2007

https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1624&let=M&stat=0

segunda-feira, 29 de julho de 2024

Velhofobia

 Preconceitos, estigmas e tabus associados ao envelhecimento recebem o nome de velhofobia, embora especialistas utilizem igualmente a palavra gerontofobia. O pânico, aversão ou medo patológico de alguém pelo próprio processo de envelhecimento também recebe esta nomenclatura, mesmo sabendo-se ser algo absolutamente natural no ciclo vital de uma pessoa.
Como qualquer rótulo designando o preconceito, velado ou ostensivo, uma gama de prejuízos são causados, como ansiedade, desvalorização, depressão e assustadores atos excludentes no âmbito familiar e social do idoso. Contudo, estes e outros danos não afetam somente a pessoa idosa, pois a sociedade como um todo se empobrece ao furtar-se do convívio com esta geração e se enfraquece ao desconsiderar a importância do intercâmbio de aprendizagens e saberes os quais foram conquistados ao longo dos anos pela experiência e observação.

Contudo, a construção desta barreira etária, e consequente entrechoque, não é algo atual. No livro Boa Nova (Campos, S.d.]), é abordado no capítulo Velhos e moços, as reflexões de Pedro por sentir-se humilhado pelas conversações dos discípulos mais jovens sobre as suas capacidades e energia para pregações em outras cidades e por sentir que, pelo fato de estar mais envelhecido, a sua idade não coadunava com os serviços do Evangelho do Reino, perguntando a si mesmo o que seria de seu esforço singelo, embora em espírito se conservasse firme e vigilante. O apóstolo, então, decide expor para Jesus suas dúvidas e do Mestre recebe a carinhosa observação: "poderíamos acaso perguntar a idade de Nosso Pai?

E se fôssemos contar o tempo, na ampulheta das inquietações humanas, quem seria o mais velho de todos nós? A vida, na sua expressão terrestre, é como uma árvore grandiosa. A infância é a sua ramagem verdejante. A mocidade se constitui de suas flores perfumadas e formosas. A velhice é o fruto da experiência e da sabedoria. Há ramagens que morrem depois do primeiro beijo do Sol, e flores que caem ao primeiro sopro da Primavera. O fruto, porém, é sempre uma bênção do Todo-Poderoso. A ramagem é uma esperança; a flor uma promessa; o fruto é realização. Só ele contém o doce mistério da vida, cuja fonte se perde no infinito da divindade!..." [...]

"Esta imagem pode ser também a da vida do espírito, na sua radiosa eternidade, apenas com a diferença de que aí as ramagens e as flores não morrem nunca, marchando sempre para o fruto da edificação. Em face da grandeza espiritual da vida, a existência humana é uma hora de aprendizado, no caminho infinito do Tempo; essa hora minúscula encerra o que existe no todo. É por isso que aí vemos, por vezes, jovens que falam com uma experiência milenária e velhos sem reflexão e sem esperança" (p.62-63).


Pedro, então, indaga se a velhice é a meta do espírito, respondendo Jesus:

- "Não a velhice enferma e amargurada que se conhece na Terra, mas a da experiência que edifica o amor e a sabedoria. Ainda aqui, devemos recordar o símbolo da árvore, para reconhecer que o fruto perfeito é a frescura da ramagem e a beleza da flor, encerrando o conteúdo divino do mel e da semente" (p.63).


O discípulo retoma sua condição particular e pondera: - “A verdade, Senhor, é que me sinto depauperado e envelhecido, temendo não resistir aos esforços a que se obriga a minh’alma, na semeadura da vossa doutrina santa. - Mas, escuta, Simão - redarguiu-lhe Jesus, com serenidade enérgica -, achas que os moços de amanhã poderão fazer alguma coisa sem os trabalhos dos que agora estão envelhecendo?!... Poderia a árvore viver sem a raiz, a alma sem Deus?! Lembra-te da tua parte de esforço e não te preocupes com a obra que pertence ao Todo-Poderoso. Sobretudo, não olvides que a nossa tarefa, para dignidade perfeita de nossas almas, deve ser intransferível. João também será velho e os cabelos brancos de sua fronte contarão profundas experiências.

Não te magoe a palestra dos jovens da Terra. A flor, no mundo, pode ser o princípio do fruto, mas pode também enfeitar o cortejo das ilusões. Quando te cerque o burburinho da mocidade, ama os jovens que revelem trabalho e reflexão; entretanto, não deixes de sorrir, igualmente, para os levianos e inconstantes: são crianças que pedem cuidado, abelhas que ainda não sabem fazer o mel" (p.63).

Assim, o significativo é saber envelhecer, lembrando sempre que o Espírito amadurece sem necessariamente envelhecer. É preciso, por tais razões, respeitar e adotar na instituição espírita medidas includentes, apresentando à criança e ao jovem as preciosas possibilidades da pessoa idosa, reunindo as várias gerações em eventos nos quais todos tenham a sua função e a sua importância reconhecidas. O esclarecimento sobre os motivos pelos quais, muitas vezes, pessoas com idade mais avançada não conseguem realizar com a destreza da juventude movimentos, deslocamentos e elaboração de atividades devem ser trazidos para conversações, entendendo-se que, em diversas ocasiões o ritmo pode estar prejudicado, mas a capacidade de entendimento e de percepção estão extremamente presentes: o que está acontecendo no corpo físico é motivado por desgastes, por redução vital, por despreparo para enfrentamento de dificuldades por vias alternativas.


Além destas medidas de inclusão, é importante a observação da disponibilização de rampas, corrimão, sanitários mais elevados e a colocação de barras. O piso deve ser apropriado para não ocasionar quedas, a luminosidade estar adequada, letras e apresentações precisam ter caracteres ampliados, definidos e contrastados, com as imagens e som nítidos. A flexibilização de horários é significativa, pois algumas situações podem impedir a presença ou o deslocamento por motivos de saúde, de acompanhamento ou pela própria condição financeira porque algumas pessoas idosas têm um gasto substancial com medicações, alimentação equilibrada e cuidados médicos.

A formação e o convite para participação em grupos nos quais sejam discutidos sentimentos, posturas e entendimentos sobre o processo de envelhecimento é algo extremamente valioso, pois oportuniza o idoso a pensar e falar da sua percepção e antecipa para muitas pessoas o quanto temer o envelhecimento pode trazer muitos mais danos do que ganhos. Comemorações e momentos de descontração auxiliam no humor e sentimento de pertencimento da pessoa, assim como fazer contatos telefônicos e visitas para estas pessoas colaboram para elas sentirem-se valorizadas. A mensagem a ser sempre divulgada é aquela dada por Jesus para Simão Pedro: "- Em verdade, Simão, ser moço ou velho, no mundo, não interessa!... Antes de tudo, é preciso ser de Deus!..." (p. 66).

Sônia Hoffman

 


Referências
CAMPOS, Humberto de (Espírito). Boa nova. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 20. ed. Rio de Janeiro: FEB, [S.d.] p. 62-66. Cap. Velhos e Moços.


GERONTOFOBIA. Disponível em: https://www.academia.org.br/nossa-lingua/nova-palavra/gerontofobia. Acesso em: 21 jul. 2024.

sexta-feira, 12 de maio de 2023

 O Próximo

Emmanuel/Chico xavier

O próximo, em cada minuto, é aquele coração que se acha mais próximo do nosso, por divina sugestão de amor no caminho da vida.

No lar, é a esposa e o esposo, os pais e os filhos, os parentes e os hóspedes.

No templo do trabalho comum, é o chefe e o subordinado, o cooperador e o companheiro.

Na via pública, é o irmão ou o amigo anônimo que nos partilham a mesma estrada e o mesmo clima.

Na esfera social, é a criança e o doente, o desesperado e o triste, as afeições e os laços da solidariedade comum.

Na luta contundente do esforço humano, é o adversário e o colaborador, o inimigo declarado e oculto ou, ainda, o associado de ideais que nos surgem por instrutores.

Em toda parte, encontrarás o próximo, buscando-te a capacidade de entender e ajudar.

Auxilia aos outros com aquilo que possuas de melhor.

Os santos e os heróis ainda não residem na Terra.

Somos espíritos humanos, mistos de luz e sombra, amor e egoísmo, inteligência e ignorância.

Cada homem, na fase evolutiva em que nos encontramos, traz uma auréola incompleta de rei e uma espada de tirano.

Se chamas o fidalgo, encontrarás um servidor.

Se procuras o guerreiro, terás um inimigo feroz pela frente.

Por isso mesmo, reafirmou Jesus o antigo ensinamento da Lei: — “ama ao próximo, como a ti mesmo”.

É que o espírito, quando ama verdadeiramente, encontra mil meios de auxiliar, a cada instante, e o próximo, na essência, é o degrau que nos aparece diante do coração, por abençoado caminho de acesso à Vida Celestial.

sábado, 10 de outubro de 2020

 


Imagine se nesse feriadão empreendêssemos viagem daqui de Gravataí até Tramandaí no litoral norte. Qual seria a nossa surpresa se no caminho e no nosso destino encontrássemos somente cidades aterrorizantemente vazias? Será que conseguimos imaginar este cenário dantesco?

Essa é uma triste abstração para termos ideia do número de mortos pela Covid 19 no Brasil, que neste sábado, 10/10/2020 ultrapassou os 150.000 mortos na pandemia.

Deu para entender que não é uma gripezinha?

Dados estimados para 2020 do Google:

Glorinha: 8.204 habitantes

Santo Antônio da Patrulha: 43.171 habitantes

Osório: 44.190 habitantes

Tramandaí: 53632 habitantes

Total 149.197

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Ouvir e praticar


segunda-feira, 27 de julho de 2020

Lei de Sociedade



"Os companheiros são sempre alavancas de apoio que devemos agradecer a Deus.
Diante, porém, das tarefas a realizar, não exijas tanto dos amigos queridos que te estendem amparo.
Esse, talvez hoje, esteja doente. Aquele outro, provavelmente, estará faceando amargos problemas a resolver.

Ergue-te, enquanto é tempo, e faze, por ti mesmo, o bem que possas." (Emmanuel)

Reflitamos sobre nossa convivência com nossos irmãos, em sociedade. Apresentamos nosso trabalho que reflete sobre a Lei de Sociedade. https://youtu.be/X2IvsnW_2KA

Bom proveito para todos nós.